terça-feira, 31 de julho de 2012
sábado, 28 de julho de 2012
quinta-feira, 26 de julho de 2012
Homem que ameaçou explodir com a Segurança Social saiu em liberdade
O antigo militar que se barricou, na manhã de terça-feira, na Segurança Social de Vila Franca de Xira vai aguardar julgamento em liberdade, por decisão do Tribunal vila-franquense, onde foi ontem conduzido pela PSP para prestar declarações. Marco M. responde por crimes de ameaça e de posse de arma proibida mas, segundo fonte policial, a acusação poderá vir a ser significativamente atenuada pelo facto de se ter apurado que os materiais que transportava numa mochila, que avisou que continha um engenho explosivo, afinal não passarem de um amontoado de fios eléctricos que não ofereciam qualquer perigo para terceiros.
O ex-militar saiu com termo de identidade e residência e vai aguardar o inquérito relacionado com o crime de ameaça. Já no dia 31 responderá em processo sumário pela forma como se barricou nas instalações da Segurança Social. Certo é que Marco, de 34 anos, residente em Vialonga, tentou, na terça-feira, descobrir nos arquivos da Segurança Social algum dado que lhe permitisse perceber qual é o paradeiro da mulher e da filha (4 anos). Fonte policial adiantou ao Voz Ribatejana que o homem vasculhou os arquivos daquele serviço procurando informação sobre o processo de alegada violência doméstica que levou a que o tribunal ordenasse o acolhimento da mulher e da filha numa instituição especializada. A mesma fonte acrescentou que não há registo de queixa por violência doméstica nas forças policiais locais e que o caso terá sido denunciado directamente à Comissão de Protecção de Crianças e Jovens de Vila Franca, que terá levado o processo a tribunal.
O antigo militar trabalha como segurança/vigilante, depois de ter saído do Exército em 2006. A mulher e a filha saíram de casa há cerca de uma semana e foram acolhidas por uma instituição indicada pela Segurança Social. Marco passou várias vezes nos dias anteriores pelos serviços da Segurança Social, porque queria saber do paradeiro da filha de 4 anos.
Saiba mais na edição de 1 de Agosto do Voz Ribatejana
terça-feira, 24 de julho de 2012
Barricado de Vila Franca de Xira usou simulação de explosivo
A equipa de inactivação de explosivos da PSP fez rebentar, às 12h28 de hoje, a mochila transportada pelo ex-militar que, esta manhã se barricou na Segurança Social de Vila Franca de Xira. Carla Duarte, porta-voz do Comando Metropolitano da Polícia, explicou, depois, que se verificou que se tratava de uma simulação de explosivo, engendrada pelo homem que exigia ver a filha pequena, que não continha qualquer material perigoso . No âmbito de um processo por alegada violência doméstica, o Tribunal de Família e Menores decidiu criar condições para que, como medida de protecção, a sua esposa e a menina fossem acolhidas numa instituição especializada.
O homem, de 35 anos, residente no concelho de Vila Franca, não se conformou. Já estivera, há poucos dias, no serviço local da Segurança Social, reclamando contactos com a filha e hoje decidiu exigir esse contacto simulando a posse de explosivos. Não exerceu qualquer violência sobre os presentes no balcão da Segurança Social, mas, cerca das 9h10, avisou que transportava materiais explosivos e que queria ver a filha.
A polícia deu mais credibilidade à ameaça pelo facto de ter em seu poder uma peça tipo bastão com um botão, que parecia um detonador. A PSP criou, então, um extenso cordão de segurança, envolvendo cerca de uma centena de efectivos e proibiu o acesso ao Centro Comercial da Mina e ao parque de estacionamento vizinho. Depois de duas horas de negociações, o homem entregou-se e foi retirado do local numa viatura descaracterizada da polícia (ver foto). Depois, da inactivação dos materiais contidos na mochila, foi ainda feita uma busca generalizada no interior da Segurança Social de Vila Franca (Avenida Capitães de Abril), que não detectou nada de suspeito. Progressivamente a vida voltou à normalidade naquela área da cidade.
Em actualização: Homem Barricado em Vila Franca de Xira já se entregou
O Homem barricado nas instalações da Segurança Social ká se entregou sem oferecer grande resistência.
O episódio movimentou centenas de forças policiais que ainda estão no local.
O individuo é antigo militar na reserva. Segundo apurámos, a policia suspeita que seja um antigo comando militar.
O homem reclama a guarda da filha, que perdeu num processo onde foi acusado de violência domestica.
Eram cerca das 9:30 horas, quando este individuo entrou com uma mochila nas instalações de Segurança Social de Vila Franca de Xira, Com recurso a uma arma, mandou sair todas as pessoas, e não tem reféns.
Os prédios envolventes da Segurança Social foram evacuados. O Centro Comercial da Mina, onde se situam as instalações do Voz Ribatejana, também está vedado por razoes de segurança.
O episódio movimentou centenas de forças policiais que ainda estão no local.
O individuo é antigo militar na reserva. Segundo apurámos, a policia suspeita que seja um antigo comando militar.
O homem reclama a guarda da filha, que perdeu num processo onde foi acusado de violência domestica.
Eram cerca das 9:30 horas, quando este individuo entrou com uma mochila nas instalações de Segurança Social de Vila Franca de Xira, Com recurso a uma arma, mandou sair todas as pessoas, e não tem reféns.
Os prédios envolventes da Segurança Social foram evacuados. O Centro Comercial da Mina, onde se situam as instalações do Voz Ribatejana, também está vedado por razoes de segurança.
domingo, 22 de julho de 2012
Piscina que custou 600 mil só tem 5 utentes por dia
Com o objectivo de compensar as populações pelo funcionamento do Aterro Sanitário do Mato da Cruz e pelo trânsito diário de dezenas de camiões carregados de resíduos, a Valorsul pagou a construção de uma piscina junto à localidade de Calhandriz, no concelho de Vila Franca de Xira. O complexo foi inaugurado em 2002 mas, passados 10 anos, só funciona nos três meses de Verão, com água fria e, segundo a Câmara de Vila Franca de Xira, com uma média de 5! utentes diários.
Neste projecto foram gastos cerca de 600 mil euros e, a escassa afluência que foi registando ao longo dos anos, levou a que os autarcas locais se interrogassem repetidas vezes sobre o “acerto” da decisão de fazer ali uma piscina coberta. A obra foi feita num extremo do território da freguesia de Alverca, a uma centena de metros da aldeia de Calhandriz e a cerca de 6 quilómetros da cidade alverquense. Como a freguesia de Calhandriz (onde se situa a maior parte do aterro instalado no final da década de 90 que serve cinco concelhos da região de Lisboa e 12 do Oeste) só tem cerca de 800 habitantes e a zona envolvente é pouco povoada, a piscina nunca conseguiu atrair muitos utentes.
Já no final do ano passado, o executivo camarário socialista decidiu propor o encerramento da Piscina de Calhandriz, considerando os prejuízos acumulados do seu funcionamento. A proposta foi aprovada, com o compromisso de que a piscina funcionará apenas nos três meses de Verão, com água à temperatura ambiente, sem recurso ao sistema de aquecimento. Segundo Fernando Paulo Ferreira, vereador com o pelouro da gestão dos equipamentos municipais, esta medida permitirá poupar cerca de 90 mil euros anuais de despesas associadas ao funcionamento desta piscina.
Agora, a Piscina de Calhandriz reabriu, temporariamente, mas os hábitos de utilização tornaram-se ainda mais escassos. “O investimento foi feito para que a piscina funcionasse em pleno durante todo o ano, foi para isso que foi aprovado”, disse Bernardino Lima, vereador da CDU, na última reunião camarária, realizada exactamente no lugar de Calhandriz, lamentando que o executivo PS tenha optado pela “solução mais fácil de encerrar e retirar a esta freguesia um dos poucos equipamentos que tem”.
“Neste momento, a Piscina da Calhandriz tem uma média de 5 utilizadores diários”, refere, por seu turno, a presidente da Câmara Maria da Luz Rosinha, reconhecendo que esta piscina “fica muito cara”.
Saiba mais na edição de 18 de Junho do Voz Ribatejana
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