segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Alenquer reclama medidas contra falhas sucessivas de energia


As frequentes falhas de abastecimento de energia registadas nos últimos dias em vários pontos do concelho de Alenquer estão a gerar protestos de moradores e comerciantes e levaram a Câmara a enviar um ofício à EDP Distribuição reclamando medidas urgentes. Nuno Coelho, vereador da coligação Pela Nossa Terra (PSD/CDS-PP/PPM/MPT), diz que há zonas onde a luz chegou a faltar 7 vezes numa hora e que para que isso aconteça “já não é preciso chover muito, basta estar algum vento”.
O presidente da Câmara de Alenquer, Jorge Riso, acrescenta que ainda não recebeu qualquer resposta à carta que enviou à EDP na semana passada, mas que espera que os trabalhos em curso no Posto de Transformação de Cheganças produzam algumas melhorias. “Continua uma desgraça, temos recebido muitas queixas”, reconheceu, prometendo insistir na reclamação de medidas.
Segundo os dois autarcas, o problema tem afectado sobretudo a Rua Triana (uma das principais artérias comerciais de Alenquer) e as localidades de Abrigada, Fiandal, Meca e Olhalvo.

Saiba mais na edição de 9 de Novembro do Voz Ribatejana

domingo, 30 de outubro de 2011

Ambientalistas não querem mais pedreiras em Alenquer sem recuperação das antigas


A Associação para o Estudo e Defesa do Ambiente do Concelho de Alenquer (Alambi) e a Quercus exigem a concretização das principais medidas de recuperação das antigas pedreiras de Alenquer antes do licenciamento de novas áreas. Segundo estas duas organizações ambientalistas quase nada do previsto nos planos ambientais de 2003 foi feito e não faz sentido autorizar ampliações de pedreiras quando o mercado da construção está em queda.
A posição das duas associações surge na sequência da avaliação do estudo de impacte ambiental (EIA) do projecto de ampliação da maior pedreira de calcário de Alenquer, que esteve em consulta pública até 21 de Outubro. A Calbrita, uma das maiores firmas portuguesas do sector, pretende integrar as chamadas pedreiras da Serra de Ota nº. 5 e nº. 6 na “Pedreira de Calcário de Alenquer”, aumentando também a área de exploração de 48 para 73, 5 hectares. Argumenta a empresa que a Pedreira de Calcário já está licenciada há 45 anos e que esta ampliação permitirá “fazer face às solicitações do mercado e assegurar a sua continuidade".

Saiba mais na edição impressa de 9 de Novembro do Voz Ribatejana   

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Benavente e Salvaterra mobilizam-se em defesa do SAP


Comissões de utentes dos concelhos ribatejanos de Benavente e Salvaterra de Magos promovem, esta sexta-feira, uma concentração em defesa da continuidade do funcionamento diurno do Serviço de Atendimento Permanente (SAP) de Benavente. O contrato que assegura a disponibilidade de médicos para o período entre as 8h00 e as 20h00 expira já no dia 31 e o Agrupamento de Centros de Saúde da Lezíria não tem autorização da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT) para o renovar. Embora a continuidade do serviço nocturno (das 20h00 às 8h00) esteja assegurada pela Misericórdia de Benavente, os utentes temem o fecho no restante horário de um SAP que, só no primeiro semestre deste ano, atendeu 2500 pessoas em horário diurno.
De acordo com a Comissão de Utentes do Concelho de Benavente (CUCB), que organiza o protesto em colaboração com organizações de utentes de saúde de Salvaterra, é altura de “colocar trancas antes da casa ser arrombada”, porque não há nenhuma informação sobre o que acontecerá ao SAP já a partir de 1 de Novembro. A CUCB sublinha que este SAP serve os 50 mil habitantes dos municípios de Benavente e de Salvaterra e que, destes, cerca de 22 500 não têm médico de família, recorrendo regularmente ao SAP.
O contrato de prestação de serviços médicos abrange também algumas horas prestadas na Extensão de Saúde do Porto Alto para consultas de recurso. O protesto de hoje inicia-se com uma concentração junto ao SAP (18H00), seguida de desfile em direcção à ponte de Benavente e vigília na Praça do Municipio.

Saiba mais na edição impressa de 9 de Novembro do Voz Ribatejana

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Concelho de Vila Franca pode perder 12 enfermeiros já no fim do mês


As extensões e centros de saúde do concelho de Vila Franca de Xira poderão perder 12 enfermeiros já no final deste mês porque a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT) ainda não autorizou os agrupamentos de centros de saúde a renovarem os contratos com as respectivas empresas de prestação de serviços. Até final do ano outros 6 enfermeiros poderão ter que sair dos serviços de cuidados de saúde primários do concelho, por não terem sido seleccionados num concurso lançado pela mesma ARS.
A denúncia foi feita hoje pela Direcção Regional de Lisboa do SEP, numa acção realizada no largo da Câmara de Vila Franca de Xira. “Enfermeiros despedidos continuam a ser precisos”, sustenta o SEP, frisando que até final do ano as unidades de saúde do concelho de Alenquer poderão passar pelo mesmo problema de não renovação de contratos com empresas prestadoras de serviços de enfermagem. Segundo esta organização sindical, as unidades de saúde do concelho de Vila Franca já só têm metade dos enfermeiros que deveriam ter, podendo ficar, assim, ainda mais desfalcadas.

Saiba mais na edição de 9 de Novembro do Voz Ribatejana

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Vilafranquense não tem candidatos a presidente


A União Desportiva Vilafranquense realiza, no próximo dia 4, uma assembleia-geral que tem como primeiro ponto da ordem de trabalhos a eleição de uma nova direcção. Mas o Voz Ribatejana sabe que Joaquim Pedrosa não vai voltar a concorrer à liderança do clube e que, até ao momento, não se perspectiva o aparecimento de nenhum candidato a presidente, ganhando consistência a probabilidade da assembleia se ver obrigada a escolher uma comissão administrativa.
Joaquim Pedrosa, que dirige os destinos do clube há 6 anos, disse, ao Voz Ribatejana, que “está mesmo fora de hipótese” a sua eventual recandidatura ao cargo. “Acima de tudo são 6 anos e isso provoca algum cansaço. Não estou em condições, quer físicas, quer anímicas, quer profissionais de dar um contributo que me satisfaça a mim e que possa satisfazer o clube”, observou o dirigente e antigo atleta da UDV, salientando que os seus companheiros da direcção cessante “perceberam perfeitamente” esta decisão de não continuar. “Entrei para fazer dois anos, fiz quatro, fiz seis, já dei o que era possível”, vincou, frisando que também não integrará uma eventual comissão administrativa.

Saiba mais na edição de 26 de Outubro do Voz Ribatejana