quinta-feira, 9 de junho de 2011

Produtores oferecem hortícolas em Santarém para recuperar confiança



Produtores hortícolas organizam, sexta-feira à tarde, em Santarém, uma acção de distribuição gratuita de produtos, com o objectivo de realçar a qualidade das produções portuguesas e afastar qualquer risco no consumo destes produtos. Confrontados com a quebra de consumo originada pela polémica da bactéria E. coli, os produtores querem recuperar a confiança dos consumidores portugueses e o ministro António Serrano também deverá participar na acção prevista para a Feira Nacional da Agricultura.
Manuel Évora, membro da direcção da Portugal Fresh (Associação para a Promoção de Frutas, Legumes e Flores de Portugal), diz que as notícias “alarmistas” veiculadas a partir da Alemanha a propósito da suposta relação da propagação da bactéria e-coli com legumes espanhóis está a abalar fortemente o sector. “As pessoas não estão a conseguir escoar as produções", referiu. A horticultura ocupa, só na área do Ribatejo e Oeste, mais de 9000. “Os hortícolas são produtos que têm um ciclo de vida curtíssimo. Se temos as exportações completamente bloqueadas e o consumo em Portugal a baixar, é muito complicado”, avisou José Canha. Manuel Évora diz que os horticultores portugueses “são reconhecidos no Mundo como produtores de altíssima consciencialização na forma como produzem” e garantiu que todos os resultados laboratoriais efectuados em Portugal são negativos em relação à presença daquela bactéria.

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quarta-feira, 8 de junho de 2011

Câmara de Vila Franca ameaça processar congénere de Arruda


A presidente da Câmara de Vila Franca de Xira admite levar o Município de Arruda dos Vinhos a tribunal se este mantiver a sua posição de não pagar a parte que lhe deveria caber no custo dos acessos ao novo hospital. A autarquia arrudense alega que não pagará os perto de 200 mil euros em causa enquanto o Ministério da Saúde não lhe pagar mais de 100 mil euros respeitantes a um muro do novo Centro de Saúde de Arruda e acrescenta que também têm que ser pesadas a possibilidade de duas da suas freguesias passarem para a área do Hospital de Loures. A edilidade de Vila Franca não se conforma, diz que são questões distintas e acusa autarcas de Arruda de faltarem à palavra dada.
Certo é que a polémica promete arrastar-se. Arruda aguarda que os tribunais se pronunciem sobre a acção em que reclama mais de 100 mil euros da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT) e Vila Franca decidiu avançar com a obra dos acessos mesmo sem a comparticipação de Arruda, mas garantindo que vai exigir a verba que competiria ao vizinho Município arrudense.
Maria da Luz Rosinha, presidente da Câmara de Vila Franca de Xira, lamenta a atitude dos autarcas de Arruda e especialmente do presidente da Câmara arrudense, frisando que “há um compromisso assumido por todos os municípios” que só Arruda não estará a cumprir. “A questão poder-se-á resolver em tribunal. Não há problema”, disse a autarca socialista ao Voz Ribatejana, dizendo que é tudo uma opção do presidente da edilidade de Arruda. Já Carlos Lourenço explica que a Câmara arrudense não pode estar a avançar dinheiro para uma situação que deveria competir ao Ministério da Saúde quando este nunca quis resolver o problema do pagamento do muro do centro de saúde. Alega, ainda, que Arruda vai ser o município mais prejudicado com a nova localização do hospital.

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segunda-feira, 6 de junho de 2011

Tribunal absolve ex-dirigentes e União Desportiva Vilafranquense


Os cinco antigos dirigentes da União Desportiva Vilafranquense (UDV) e a própria colectividade foram, na tarde de segunda-feira, absolvidos da prática de crimes de abuso de confiança fiscal de que estavam acusados. O colectivo, presidido por Manuela Pereira, considerou que não ficou provado que o clube tenha recebido verbas de IVA que não tenham sido entregues ao Estado e contestou a forma como uma inspecção das Finanças considerou passíveis de estarem sujeitas a IVA todas as verbas depositadas durante cerca de 5 anos nas contas do clube que não tinham justificativos.
Frisando que uma associação desportiva como esta é diferente de uma sociedade comercial, o acórdão sublinha que a UDV não visa o lucro e “é perfeitamente normal que receba subsídios, quotas, mensalidades ou doações que não estejam sujeitos a tributação em sede de IVA ou estejam sujeitos a taxas inferiores”. Por isso, as juízas do Círculo Judicial de Vila Franca que apreciaram este caso acham que não há dados suficientes que demonstrem que os valores em causa estavam sujeitos a IVA, nem se pode concluir que “a omissão da sua entrega integra a prática de um crime de abuso de confiança fiscal”.

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quinta-feira, 2 de junho de 2011

Até 4 de Junho Feira da Ascensão em Alenquer

Cerca de uma centena de pessoas participaram esta manhã na caminhada "Viva Melhor" em Alenquer. A iniciativa integrada na Feira da Ascensão juntou novos e menos novos numa caminhada que começou perto das dez da manha e que se prolongou até quase à hora de Almoço.
A Feira de Alenquer começou ontem à noite e conta este ano com um número significativo de expositores, que segundo o presidente da câmara terá mesmo ultrapassado o ano anterior.
Mesmo com um orçamento mais apertado, a Feira da Ascensão tem um orçamento de perto 80 mil euros, e conta com actividades que abrangem várias áreas, desde as artes, à tauromaquia, passando pela musica e dança até ás provas de vinhos no Portal do Vinho.
A feira tem este ano menos um dia, devido às eleições o certame termina no próximo sábado.
Consulte o programa da feira aqui

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Grupo Mello assume hoje a gestão do Hospital de Vila Franca



O consórcio Escala Vila Franca de Xira, liderado pelo Grupo Mello, assume, a partir de hoje, a gestão do Hospital Reynaldo dos Santos (HRS) que passa ao estatuto de hospital público com gestão privada. Se tudo correr de acordo com o planeado, dentro de 22 meses, em Abril de 2013, entrarão em funcionamento as novas instalações do HRS, num investimento superior a 100 milhões de euros, desenvolvido no âmbito de uma parceria público-privada. A cerimónia de transmissão de responsabilidades realizou-se ontem ao fim da tarde. O secretário de Estado da Saúde garantiu que, independentemente do acordo com a chamada "troika", a construção do novo hospital vila-franquense "é um processo absolutamente irreversível".
Vasco Luís de Mello, presidente da comissão executiva da Escala Vila Franca de Xira, revelou, ao Voz Ribatejana, que a empresa vai criar condições para reforçar o actual HRS com 4 novas especialidades, já previstas no contrato de gestão celebrado com o Ministério da Saúde em Outubro passado – oftalmologia, otorrinolaringologia, pneumologia e neurologia. Na primeira entrevista enquanto novo presidente do HRS, que o Voz Ribatejana publica na sua edição de 8 de Junho, Vasco Luís de Mello adianta que a área do banco de urgências vai ser alargada em cerca de 70 metros quadrados e que o HRS passa a dispor de um aparelho de TAC e de um ecografo, prevendo também o reforço dos recursos humanos.

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