
Garantiu que o fazia para “sobreviver” e porque deixou de receber apoio da Misericórdia de Lisboa para os tratamentos psiquiátricos de que precisa. Voltou a ser detido no passado mês de Março e está agora internado no Hospital Prisional de Caxias para acompanhamento psiquiátrico.
“Fecharam-me as portas todas e deixei de fazer tratamentos cá fora. Se me tivessem ajudado nos tratamentos não estava agora aqui”, sustentou, perante o colectivo de juízes, explicando que roubava nas igrejas porque não é capaz de “tirar outras coisas”.
Foi, assim, acusado de 19 crimes de assalto a igrejas e capelas de Lisboa (12), Vila Franca de Xira (2), Alhandra (1), Algés (1), Caxias (1), Parede (1) e Queijas (1).
A leitura da sentença, que o levará necessariamente a cumprir mais alguns anos de cadeia, está marcada para segunda-feira.
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