quinta-feira, 14 de abril de 2016
quarta-feira, 13 de abril de 2016
Trabalhadores da Ogma fazem marcha em Alverca para exigir aumentos salariais
Trabalhadores da Ogma-Indústria Aeronáutica de Portugal desfilaram, esta
quarta-feira, pelas ruas de Alverca e por um troço da Estrada
Nacional 10 que atravessa a cidade ribatejana, exigindo aumentos
salariais. O protesto reuniu perto de 150 manifestantes e foi
organizado pelo Steffas, sindicato afecto à CGTP. Incluiu
concentrações junto aos portões da empresa e junto ao mercado
municipal alverquense e contou com a participação de Arménio Carlos, líder nacional da CGTP.
Alexandre Plácido, dirigente do
Steffas (Sindicato dos Trabalhadores Civis das Forças Armadas,
Estabalecimentos Fabris e Empresas da Defesa), acusou a administração
da Ogma de se recusar a negociar as propostas de aumentos
salariais de 4 por cento apresentadas pelo Sindicato desde Novembro.
“Reivindicamos actualizações salariais que, nesta empresa, já
não ocorrem há 4 anos, apesar dos lucros que a empresa tem tido. Em
2015, a Ogma voltou a ter lucros de 11, 6 milhões de euros. Aquilo
que faz de lucros faz graças aos trabalhadores e aos baixos
ordenados praticados na empresa”, afirmou o sindicalista,
frisando que a indústria aeronáutica de Alverca tem muitos
trabalhadores experientes com ordenados na casa dos 600 e 700 euros.
“São lucros de milhões para os accionistas e tostões para os
trabalhadores”, criticou Alexandre Plácido, acrescentando que a Ogma
tem outros problemas graves como a imposição de horários de
trabalho e propostas de rescisão que serão “despedimentos
encapotados”.
Actualmente com cerca de 1600 funcionários, a Ogma é o maior empregador do concelho de Vila Franca de Xira. A empresa é gerida
pelo grupo brasileiro Embraer, que detém 65 por cento do capital. Os restantes 35 por cento
pertencem ao Estado português.
Saiba mais nas edições de 13 e de 27 de Abril do Voz Ribatejana
sexta-feira, 8 de abril de 2016
Acidente na Recta do Cabo faz dois feridos graves
Um acidente ocorrido, na tarde de quinta-feira, na Recta do Cabo (troço da Nacional 10 que liga Vila Franca de Xira ao Porto Alto), provocou ferimentos graves nos condutores das duas viaturas. O sinistro deu-se cerca das 17h45, com um embate frontal entre um ligeiro de passageiros e uma carrinha de transporte de mercadorias. Os feridos foram socorridos por três viaturas (duas ambulâncias) e seis efectivos dos Bombeiros Voluntários de Vila Franca de Xira e pela Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) vila-franquense. Apresentavam sobretudo lesões torácicas relacionadas com o choque e com a abertura do airbag do ligeiro. O ocupante do ligeiro teve que ser desencarcerado e os dois sinistrados foram transportados para o Hospital de Vila Franca. A operação de socorro foi demorada e originou filas extensas na Recta do Cabo.
Saiba mais na edição de 13 de Abril do Voz Ribatejana
sábado, 2 de abril de 2016
terça-feira, 22 de março de 2016
Utentes concentram-se na Castanheira para exigir médicos
Utentes do Centro de Saúde da
Castanheira do Ribatejo concentram-se, esta tarde (terça-feira), em
frente da unidade de saúde para exigirem o reforço do número de
médicos ali colocados. O protesto está marcado para as 16h00 e,
segundo os organizadores, o Centro de Saúde da Castanheira está
reduzido apenas a dois clínicos, que não têm as mínimas condições
para responder às necessidades de uma área com cerca de 10 mil
habitantes.
“O que reclamamos é um médico que
possa dar assistência aos milhares de pessoas que, nesta altura, não
têm médico de família”, explica Pedro Gago, um dos utentes
envolvidos na organização da iniciativa, frisando que um dos
médicos que estava colocado na Castanheira está de baixa por doença
e que, nos últimas semanas, nem sequer tem havido médicos
contratados à hora para dar consultas de recurso. Como consequência
disso, os muitos utentes sem médico de família são encaminhados
para o SAP de Alverca, onde haverá quarto vagas diárias para
utentes da Castanheira. Mas esta opção causa sérios problemas,
porque os transportes públicos são escassos e as quatro vagas
esgotam-se rapidamente. “Chegamos ao posto médico e não
conseguimos consulta de maneira nenhuma. Este posto médico já
chegou a ter quatro ou cinco médicos, mas está reduzido a dois.
Muitas pessoas acabam por recorrer ao hospital”, acrescenta,
frisando que, no mínimo, a população da Castanheira precisa de
mais um médico que assegure consultas de recurso, nem que seja duas
ou três vezes por semana.
Saiba mais na edição de 30 de Março
do Voz Ribatejana
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