sexta-feira, 18 de setembro de 2015

Cardosas em festa até domingo



As Festas Tradicionais em Honra de São Miguel Arcanjo realizam-se na freguesia de arrudense de Cardosas de 18 a 20 de Setembro. O programa segue um figurino semelhante aos anos anteriores mas a comissão de festas aposta em novos atractivos, com realce para o concerto de Toy na noite de sábado e para o I Raid de BTT na manhã de domingo. António Carvalho, presidente da comissão de festas, disse, ao Voz Ribatejana, que o objectivo “é tentar manter o figurino da festa, mas apresentar também algumas inovações, com um cartaz mais apelativo, mais diversificado. Mas não é fácil”, confessa, frisando que a comissão tem apenas seis elementos efectivos e mais cerca de uma dezena de pessoas que apoiam bastante no período das festas.
Certo é que é difícil reunir as verbas necessárias para manter uma festa com estas características. As receitas provêm sobretudo dos peditórios, da quermesse e do bar da comissão. “O que fazemos de receitas é para pagar a própria festa. O orçamento, este ano, ronda os 16 mil euros, aumentou um bocadinho. Temos mais alguns patrocinadores, mas nos apoios ainda não há sinais da recuperação económica. O número de patrocinadores mantém-se”, explica António Carvalho.
As autarquias locais apoiam, especialmente a Junta de Freguesia que, para além do apoio logístico, paga a noite da sardinha assada. A Câmara de Arruda contribui essencialmente com a cedência de estruturas como o palco principal e algum apoio logístico.
Tentamos inovar, o Toy é uma figura mais conhecida e o objectivo é abanar um pouco e ver se resulta e se faz crescer a festa. Se correr bem, poderemos continuar no próximo ano com um artista com mais nome”, prossegue o responsável da Comissão de Festas.
Outra novidade é o Raid de BTT, na manhã de domingo, com um percurso de 25 quilómetros pelas freguesias de Cardosas e de Arruda. De resto haverá pamplonas na noite de sexta-feira e na tarde de sábado, noite da sardinha assada (sexta), bailes, uma actuação do grupo Sonido Andaluz (sexta) e o 12º. Passeio de Vespas & Motorizadas (sábado). A Missa Solene está marcada para as 16h00 de domingo, seguida de procissão acompanhada pela Banda da Santa Casa da Misericórdia de Arruda dos Vinhos.

Saiba mais nas edições de 16 e de 30 de Setembro do Voz Ribatejana

sexta-feira, 10 de julho de 2015

Taxistas protestam com chapéus de sol para reclamarem mais condições



Dezoito taxistas da praça de Vila Franca de Xira participaram, esta sexta-feira, num protesto que visou reclamar mais atenção das autarquias locais e a (re) instalação de telheiros que protejam os profissionais e os clientes do calor e da chuva. Na iniciativa todos os táxis se apresentaram com um chapéu de sol, com o objectivo de denunciar as condições “desumanas” em que chegam a permanecer mais de 1 hora à torreira do sol à espera de clientes. A Câmara de Vila Franca de Xira disse, por seu turno, ao Voz Ribatejana, que tem a “intenção” de colocar uma cobertura na zona em frente da estação ferroviária da cidade e que está a fazer uma consulta a empresas especializadas para esse fim.
O problema é que os taxistas vêem-se confrontados com temperaturas superiores a 35 graus que, dentro dos carros, chegam a ultrapassar os 40. Refugiam-se, por vezes, na sombra do vizinho monumento ao toureiro ou dentro do edifício da estação, mas não entendem por que é que a Câmara ainda não tomou medidas, temendo que o problema se arraste durante todo o Verão.

Durante mais de uma década existiu ali um telheiro de madeira, que foi retirado há perto de 2 meses. As autarquias locais reorganizaram um espaço situado entre a linha-férrea e o edifício da Igreja Maná, deslocando para ali a base de paragem dos táxis e as paragens de várias carreiras de autocarros. Nessa altura, a Câmara acedeu ao pedido dos taxistas para que seja permitida a permanência (em circulação contínua) de três ou quatro táxis em frente do edifício da estação, de modo a dar visibilidade ao seu serviço. Mas, para que os autocarros consigam dar a volta para entrarem no trajecto de saída, foi preciso tirar o telheiro, que nunca foi substituído.

Saiba mais nas edições de 8 e de 22 de Julho do Voz Ribatejana