A proprietária de um lar ilegal encerrado, em 2009, pela Segurança Social, negou, ontem, no Tribunal de Benavente, quaisquer maus-tratos exercidos sobre os 17 idosos então alojados no estabelecimento. A mulher, de 36 anos, afirmou que foram familiares de alguns idosos que a incentivaram a abrir um lar próprio e admitiu que, principalmente por razões de espaços, o edifício, situado na Coutada Velha, não preenchia todos os requisitos legais. Liliana Cristina assegurou, contudo, que os idosos estavam bem alimentados e medicados e que tinham acompanhamento de um médico e de uma enfermeira. Na sequência da participação da Segurança Social, a dona do lar e mais duas funcionárias foram acusadas pelo Ministério Público da prática, em co-autoria, de 17 crimes de maus tratos a idosos. Na sessão de ontem foi ouvida a proprietária que afiançou que, apesar das mensalidades mais baixas que praticava, os idosos tinham acompanhamento adequado.
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sexta-feira, 11 de outubro de 2013
quinta-feira, 10 de outubro de 2013
Assembleia confirma fecho do Vilafranca Centro no fim de Outubro
Uma assembleia de lojistas e proprietários, realizada esta manhã, veio confirmar que o Vilafranca Centro vai fechar a 31 de Outubro. A medida é, no entanto, contestada por alguns lojistas, que admitem impugnar judicialmente a decisão. Também o banco Santander Totta, que mantém uma agência a funcionar no interior do complexo, não aceita o encerramento já no dia 31, alegando que legalmente tem que informar os clientes e o Banco de Portugal com um mínimo de 30 dias de antecedência. Na mesma reunião, foi aprovada outra proposta da administração que prevê que, durante o mês de Novembro, as entradas principais do Vilafranca Centro estejam fechadas, mas proprietários de lojas e lojistas poderão ter acesso ao interior através do parque de estacionamento subterrâneo, para retirarem materiais. Com o fecho do centro, manter-se-ão, todavia, algumas actividades instaladas no edifício mas com ligação directa à rua. São os casos do terminal de autocarros, do balcão do Banco Popular, de um estabelecimento de diversão infantil e do parque de estacionamento. Nas últimas semanas, a administração do Vilafranca Centro reuniu com Maria da Luz Rosinha (ainda presidente da Câmara que vai ser substituída no cargo pelo seu colega de partido Alberto Mesquita), que reafirmou o interesse da autarquia em adquirir o imóvel para concentrar ali os seus serviços, hoje dispersos e com poucas condições. Uma decisão nesse sentido terá, todavia, que ser tomada pelo próximo executivo e a Câmara parece ultimamente mais inclinada para preferir ficar com o edifício já sem lojas a funcionar.
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Fogo destrói anexo e alarma rua de Vila Franca
Um anexo da cave do número 14 da Rua Vasco Moniz, em Vila Franca de Xira, foi ontem quase completamente consumido pelas chamas. O fogo deflagrou cerca das 14h30 e obrigou a mobilizar seis viaturas dos Bombeiros vila-franquenses e duas ambulâncias das corporações de Alhandra e Castanheira. Não há registo de ferimentos, mas 8 pessoas tiveram que receber assistência por inalação de fumo e três delas foram mesmo transportadas ao hospital. Os Bombeiros conseguiram impedir que o fogo se propagasse ao prédio, onde há registo apenas de vidros partidos e manchas e fumo. Mas o anexo do extenso quintal das traseiras ficou quase completamente queimado, especialmente a cobertura feita de um material plástico inflamável que facilitou a propagação das chamas. Os danos nesta estrutura são significativos e o combate ao fogo obrigou ao acorte da circulação na Rua Vasco Moniz. No prédio vivem 10 famílias e na cave ligada ao anexo residem três pessoas.
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terça-feira, 8 de outubro de 2013
sábado, 5 de outubro de 2013
Continua braço de ferro entre Diviril e Sindicato por causa de ordenados em atraso
A Diviril, fábrica de refrigerantes, no Carregado acabou de
pagar, esta quinta-feira, parte de um dos vários ordenados que mantém em
atraso. “Os cerca de 70 trabalhadores estão sem receber os pagamentos de
salários, dois subsídios de Natal e dois subsídios de férias”, diz o Sindicato
dos Trabalhadores da Agricultura, Indústria de Alimentação, Bebidas e Tabacos
de Portugal; mas a administração sustenta que a empresa apenas possui 38
trabalhadores (o número sobe no caso dos sazonais) e apenas dois subsídios de
Natal estão por pagar. “Há trabalhadores com dois meses de salário em atraso,
mas a maioria apenas um. No meu caso, já não recebo ordenado há vários meses,
porque de facto estamos a passar dificuldades, mas reforço: apenas eu estou
nesse lugar", refere David Reis, administrador; que acusa o sindicato de
semear uma espécie de "semiterrorismo urbano" na empresa
(desenvolvimento integral desta notícia na próxima edição do Voz
Ribatejana)
terça-feira, 1 de outubro de 2013
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