Pela região, as grandes mudanças verificaram-se em Salvaterra de Magos onde o Bloco de Esquerda perdeu a Câmara para o PS e em Arruda dos Vinhos, onde o PSD perdeu para o Partido Socialista.
Nas restantes autarquias, houve alguns ajustes. Em Vila Franca de Xira, o PS continua a comandar os destinos do concelho, mas a CDU reforçou a sua votação, ao passo que a Coligação Novo Rumo,perde um vereador.
Em Alenquer, Pedro Folgado reconquista a maioria absoluta para o PS e a Coligação Pela Nossa Terra, perde uma junta de freguesia para o PS.
Em Azambuja, o PS continua a comandar os destinos do municipio, mas perde a maioria absoluta. A CDU é agora a segunda força politica, e a coligação Centro/Direita a terceira, embora ambos os partidos tenham reforçado a votação face a eleições anteriores.
Em Benavente Carlos Coutinho continua a assegurar para a CDU a Câmara Municipal, e no Cartaxo, o PS vence, mas sem maioria absoluta.
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segunda-feira, 30 de setembro de 2013
domingo, 29 de setembro de 2013
Futebol do Povoense lidera campeonato Pró-Nacional
Com duas vitórias noutros tantos jogos, o União Atlético Povoense lidera o Distrital Pró-Nacional da Associação de Futebol de Lisboa (AFL). Ontem os homens da Póvoa de Santa Iria bateram o União de Tires por 3-1 e somam 6 pontos, com seis golos marcados e três sofridos. Na primeira jornada ganharam na Musgueira. Bem está igualmente o Alverca que, ontem, ganhou ao vizinho Bucelenses por 2-0 e soma quatro pontos, depois de ter empatado, na primeira jornada, em Pêro Pinheiro. Boa prestação das equipas do concelho de Vila Franca, com o Povoense a jogar, no próximo domingo, em Vila Franca do Rosário e o Alverca a viajar para a mesma zona para defrontar o Malveira. Bem estão ainda Vilafranquense e Vialonga, na Divisão de Honra da AFL. A UDV de Vila Franca foi à Ericeira ganhar por 2-1 e segue no topo da tabela com duas vitórias. O Vialonga recebeu o Coutada e empatou a 1 golo, seguindo a meio da tabela com 4 pontos. Na próxima jornada, o Vilafranquense recebe o Santo António de Lisboa e o Vialonga visita o Linda-a-Velha.
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sexta-feira, 27 de setembro de 2013
PJ detém suspeito de homicídio junto a supermercado do Porto Alto
A Polícia Judiciária anunciou, hoje, a detenção de um homem de 44 anos pela “presumível prática de um crime de homicídio doloso”. Em causa está a morte de António Cardoso, de 47 anos, atingido por quatro tiros de pistola, no passado dia 16 de Junho, quando se encontrava ao volante da sua viatura, no parque de estacionamento do supermercado Pingo Doce do Porto Alto. A vítima estava acompanhada por duas familiares, ainda foi assistida no local, mas não resistiu aos ferimentos. Algumas testemunhas identificaram, na altura, um familiar de António Cardoso (vendedor em feiras da região), com tendo sido o autor dos disparos. Agora, a PJ diz que, “após a prática do crime, o autor colocou-se em fuga, para parte incerta. Só agora, e após a realização de inúmeras diligências pela Polícia Judiciária, veio a ser localizado e detido”, refere, acrescentando que, de acordo com a investigação coordenada pela Directoria de Lisboa, foi possível apurar que o crime terá sdo motivado por “desavenças graves mantidas entre autor, a vítima e as respectivas famílias”. Ainda, segundo a PJ, no momento da detenção, o suspeito estava na posse de uma arma de fogo, que foi apreendida.
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quinta-feira, 26 de setembro de 2013
Lei de 2005 ameaça proprietários das zonas ribeirinhas
A Lei da Titularidade dos Recursos Hídricos (54/2005) já tem quase 8 anos, mas só agora está a deixar muitos proprietários de terrenos ou edifícios das faixas costeira e ribeirinhas de nervos em franja. Aprovada no primeiro governo de José Sócrates, a legislação que pretendia regular a gestão destas áreas impôs, também, um prazo até 1 de Janeiro de 2014 para que todos os donos de parcelas situadas numa faixa delimitada de 50 metros solicitem em tribunal o reconhecimento dessa propriedade apresentando provas documentais de que o espaço em causa já era de domínio privado antes do final de 1864!? Proprietários particulares, empresas, autarquias, colectividades, vêem-se, assim, a braços com uma exigência complicadíssima de cumprir e correm sérios riscos de perderem direitos sobre estas parcelas para o domínio público. Tanto assim é que, até Março de 2013, apenas entraram em tribunal cerca de 50 acções de reconhecimento de propriedades privadas que confinem com o domínio público hídrico. Muitos têm solicitado pareceres jurídicos sobre a matéria, outros apresentaram exposições ao Ministério do Ambiente e lançaram abaixo-assinados, mas a pouco mais de três meses do final do prazo a preocupação é grande. Os grupos parlamentares do PSD e do PS prometeram, nos últimos dias, à Câmara de Vila Franca de Xira, levar brevemente a plenário propostas de alteração legislativa que minimizem o impacto e as exigências do artigo 15º. da Lei 54/2013, mas não é ainda claro como e quando é que isso poderá suceder. Entretanto, no cais de Vila Franca, uma das zonas que poderá ser mais afectada, foi recolhido um abaixo-assinado contra esta exigência da Lei, que deverá ser, esta semana, enviado ao Governo e aos grupos parlamentares.
Saiba mais na edição impressa de 25 de Setembro do Voz Ribatejana
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terça-feira, 24 de setembro de 2013
Arguido confessa que estrangulou companheira num "acto de loucura"
O arguido do caso do homicídio de uma imigrante brasileira por estrangulamento, ocorrido em Dezembro num apartamento do Bom Sucesso (Alverca), confessou o crime, justificando-o com uma “loucura” momentânea motivada por um acumular de problemas. João Pires confessou, no Tribunal de Vila Franca de Xira, que, depois de sucessivas discussões, num “acesso de raiva e num acto de loucura”, apertou o pescoço da sua companheira com um atacador, causando-lhe a morte. O julgamento do homicídio de Mislene Pires, ocorrido na noite de 7 de Dezembro passado, começou na segunda-feira e os agentes da PSP e da Polícia Judiciária que investigaram o caso garantiram que todos os vestígios apontam também para a responsabilidade do arguido. Já o colectivo de juízes presidido por Raquel Costa observou que não vê quaisquer razões para considerar João Pires inimputável. Mislene Pires, de 38 anos, tinha formação superior em jornalismo feita na universidade brasileira de Goiânia, mas João Pires disse, em tribunal, que a conheceu num bar de alterne da região, que começaram a namorar e que casaram. “Era uma relação de altos e baixos, ela discutia muito”, afirmou o arguido, de 42 anos, referindo que naquela noite, devido a um acumular de situações, perdeu o controlo. Saiu de casa pouco depois, foi a pé até à casa da sua mãe e diz que, quando lá chegou, começou a pensar se Mislene teria morrido. Pensou em suicidar-se, viajou até ao Cais do Sodré em Lisboa e, daí, ligou para a PSP alertando que “possivelmente” estaria uma pessoa morta naquele apartamento. A PSP acabou por confirmar isso mesmo encontrando o corpo de Mislene com sinais de estrangulamento e com pulsos e pés amarrados com outros dois atacadores.
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