terça-feira, 27 de agosto de 2013
quarta-feira, 21 de agosto de 2013
Fogo consome mais de 150 hectares em Benavente
Um incêndio de grandes proporções consumiu mais de 150 hectares de mata e sobreiros na Herdade da Formiga, no concelho de Benavente. O alerta foi dado cerca das 15h40 de terça-feira e as chamas espalharam-se por três frentes sem nunca ameaçarem directamente casas daquela região. O fogo ladeou também o troço da A 13 que atravessa a propriedade e obrigou ao corte da circulação nesta auto-estrada entre as 17h00 e as 19h00. No combate ao incêndio estiveram envolvidos 149 bombeiros de corporações de toda a região, que conseguiram dominar as chamas pouco depois das 19h00. Miguel Cardia, comandante dos Bombeiros de Samora, frisou que as zonas de montado de sobro não são tão combustíveis como as de eucalipto ou de pinheiro, mas podem, com o auxílio do vento, projectar materiais incandescentes a centenas de metros de distância, o que faz com que este tipo de incêndios se possam espalhar com muita rapidez. O proprietário da herdade (com um total de 400 hectares) afiançou que os terrenos foram devidamente gradados e limpos como exige a lei e estimou que tenham sido afectados cerca de 170 hectares.
Saiba mais na edição de 28 de Agosto do Voz Ribatejana
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quarta-feira, 14 de agosto de 2013
Menino de 8 anos morre afogado no Tejo
O corpo do menino de 8 anos que desaparecera no Tejo cerca das 19h00 de terça-feira foi localizado, já durante a madrugada de hoje, pelos Bombeiros de Alhandra. O menino brincava nas águas do rio com outras três crianças, próximo da marina do Alhandra Sporting Club e do restaurante “A Bóia”, quando os amigos se aperceberam do seu desaparecimento. Uma irmã da vítima, de 12 anos, correu também sérios riscos de afogamento, mas conseguiu salvar-se. As duas crianças não sabiam nadar e, devido ao calor acentuado dos últimos dias, resolveram passar algum tempo nas águas junto à margem do Tejo com outros dois amigos da mesma idade, mas sem acompanhamento de nenhum adulto. Rui Silva, adjunto do comando dos Bombeiros de Alhandra, explicou, ao Voz Ribatejana, que o alerta chegou à corporação cerca das 19h00 e que foram mobilizadas equipas com quatro mergulhadores para tentarem localizar o menino. Um pescador da zona ofereceu-se para emprestar algumas redes com as quais foi estabelecido um perímetro em torno da zona onde a criança tinha desaparecido. Já cerca das 21h30, devido à falta de visibilidade e às correntes fortes do rio, os bombeiros concluíram que não havia condições para prosseguir as buscas, que foram suspensas. No entanto, sabiam que a baixa-mar estava prevista naquela área para as 3h00 da madrugada e voltaram a deslocar uma equipa para o local cerca das 2h30. “Aproximaram-se da zona onde o menino tinha desaparecido e onde estavam as redes e visualizaram um braço junto às redes”, explicou Rui Silva, frisando que, depois da confirmação do óbito pela delegada de saúde e com autorização do Ministério Público, o corpo foi transportado para a morgue do hospital.
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terça-feira, 13 de agosto de 2013
Acidente na Recta do Cabo faz 2 feridos graves
Um acidente, ocorrido ao final da tarde de hoje, na Recta do Cabo, originou dois feridos graves e um ferido ligeiro. As vítimas viajavam numa carrinha que circulava no sentido Porto Alto-Vila Franca de Xira e que, por razões ainda desconhecidas, embateu violentamente numa árvore da berma. O acidente deu-se cerca das 18h45 e as vítimas foram prontamente socorridas pelos Bombeiros de Vila Franca e por elementos da esquadra de trânsito da PSP. O trânsito fez-se com dificuldades durante mais de uma hora, originando uma extensa fila no sentido Porto Alto-Vila Franca. As vítimas, que na altura do acidente regressariam a casa depois de um dia de trabalho no ramo da jardinagem, foram transportadas pelos Bombeiros para o Hospital de Vila Franca.
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segunda-feira, 12 de agosto de 2013
Mulher condenada a 24 anos de cadeia por matar os filhos
A imigrante brasileira que confessou ter incendiado um quarto da casa onde vivia no concelho de Alenquer, originando a morte dos dois filhos pequenos, foi, esta tarde, condenada a 24 anos de cadeia. O acórdão, lido no tribunal de Alenquer, realça a forma "fria e calculista" como actuou a arguida, que justificou os seus actos com o receio de que o marido a afastasse das crianças devido aos problemas depressivos de que sofria. A advogada de defesa de Kelly Santos já referiu que vai recorrer da sentença.
O Ministério Público tinha pedido a pena máxima de 25 anos de cadeia. O colectivo de juízes, presidido por Isabel Calado, condenou a mulher a 20 anos de prisão pelos dois crimes de homicídio. Kelly Santos foi, ainda, condenada a quatro anos de prisão por um crime de maus tratos sobre as crianças praticado em Sesimbra em Agosto de 2012 e a um ano e oito meses pelo crime de dano, devido aos prejuízos provocados pelo incêndio. Aplicadas as regras do cúmulo jurídico, o tribunal comdenou-a a 24 anos de cadeia e à pena acessória de expulsão do território português depois de cumprir esta pena.
Isabel Calado observou que a mulher “relatou os factos de forma distante e fria, sem grande emoção”, tendo considerado que o carácter anti-social e o facto de estar com uma depressão pós-parto não justificam o que fez. O caso deu-se a 19 de Dezembro na localidade de Preces (freguesia de Cadafais) e vitimou dois meninos, um com 2 anos e outro com 11 meses de idade.
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quinta-feira, 8 de agosto de 2013
Câmara de Vila Franca perde 2 milhões de IMI
A Câmara de Vila Franca deverá
registar, este ano, uma quebra de cerca de 2 milhões de euros nas
suas receitas de IMI (Imposto sobre Imóveis), segundo revelou a
presidente Maria da Luz Rosinha na última reunião da autarquia. Com
base nos dados já divulgados pela Direcção-Geral de Finanças, a
autarca socialista sublinha que, ao contrário do que chegou a ser
dito pelo Governo, em municípios como Vila Franca, as alterações
introduzidas acabaram por gerar uma redução das receitas.
O IMI tem sido a principal fonte de
receita da edilidade de Vila Franca, atingindo nos últimos anos um
montante anual na casa dos 13 milhões de euros. Também por isso, a
Câmara tem optado por aplicar as taxas mais baixas na Área
Metropolitana de Lisboa e por conceder alguns incentivos à
reabilitação de imóveis nas zonas antigas. O Governo decidiu,
entretanto, acelerar os mecanismos de reavaliação dos imóveis e
por baixar o intervalo das taxas aplicáveis aos edifícios já
reavaliados, estimando que essas medidas gerassem um aumento de 700 milhões de euros no IMI cobrado pelos 308 municípios portugueses.
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