
terça-feira, 30 de julho de 2013
segunda-feira, 22 de julho de 2013
Falso piloto da TAP condenado em Benavente por burlar mulheres
O Tribunal de Benavente condenou, hoje, pela prática de crimes de burla qualificada, furto, falsificação e dano, um indivíduo de 57 anos que se fazia passar por piloto da TAP e por oficial reformado da Força Aérea Portuguesa e conseguia, com esse expediente, ganhar a confiança de várias mulheres, com quem estabelecia supostos relacionamentos amorosos. José Alberto Nogueira foi condenado a 16 anos de prisão e Leonilde S., uma sua antiga companheira que, segundo o tribunal, colaborava nestes esquemas fazendo-se passar por juíza e recebendo elevadas quantias subtraídas às vítimas, foi condenada a sete anos de cadeia. Os dois foram, igualmente, condenados a pagar indemnizações às seis vítimas/queixosas (o tribunal admite que haja mais casos de burla) de valor total superior a 100 mil euros.
O colectivo de juízes e o tribunal de júri que julgaram este caso deram como provados quase todos os factos constantes da acusação e da pronúncia, considerando que os dois arguidos “pretenderam e conseguiram criar a ilusão de que as personagens que encarnavam eram verdadeiras” e ludibriaram, assim, seis mulheres, conseguindo “obter significativos proveitos económicos que não lhes pertenciam”.
Sílvia Costa, juíza que durante quase duas horas leu o extenso acórdão, sublinhou, no final, que os arguidos e sobretudo José Nogueira “revelou-se uma pessoa sem sentimentos” e “foi indiferente ao sofrimento que ia causando a estas mulheres”. Várias delas ficaram sem grande parte do seu património e debatem-se, hoje, com problemas de depressão e de vergonha por se terem deixado iludir.
Saiba mais na edição de 31 de Julho do Voz Ribatejana
sábado, 20 de julho de 2013
6, 5 milhões mudam frente ribeirinha de Alverca à Póvoa
Dois parques urbanos com uma área total de 47 hectares, equipamentos culturais e de lazer e novas estruturas de acesso vão dar uma vida nova à extensa frente ribeirinha compreendida entre Alverca e a Póvoa de Santa Iria. A primeira fase das obras está concluída e vai ser inaugurada hoje (sábado) de manhã. Os parques Urbano da Póvoa de Santa Iria e Linear Ribeirinho Estuário do Tejo integram também o núcleo museológico “A Póvoa e o Rio” e um centro de interpretação ambiental.
Posteriormente entrarão em funcionamento uma nova passagem pedonal no Forte da Casa e uma passagem rodoviária que liga a rotunda dos Caniços à mesma zona ribeirinha. No total, os investimentos públicos rondam os 6, 5 milhões de euros (comparticipados em 65 por cento por fundos comunitários) e o grupo Teixeira Duarte, que pretende construir uma urbanização com 606 fogos na mesma área, deverá contribuir com 3 milhões de euros para os novos acessos viários.
Maria da Luz Rosinha, presidente da Câmara de Vila Franca, diz que este conjunto e investimentos “corresponde a antigos e expectáveis anseios das populações das freguesias da Póvoa de Santa Iria, Forte da Casa e Alverca do Ribatejo” e a autarca do PS sublinha que “após a concretização de todas estas intervenções, margem ribeirinha das freguesia da Póvoa e do Forte da Casa não será mais a mesma e o desígnio de aproximação das populações destas freguesias ao rio Tejo será cumprido”.
Estes dois parques urbanos e os trilhos que os ligam permitirão, também, a ligação pedonal e em ciclovia entre as freguesias de Alverca, do Forte da Casa e da Póvoa. O designado “Parque Urbano da Póvoa de Santa Iria” ocupa uma área de cerca de 7 hectares e engloba zonas verdes e de lazer, o núcleo museológico, cafetaria, arrecadações e cais de apoio à pesca dirigidos à comunidade avieira, um parque infantil e juvenil, anfiteatro informal e ao ar livre e zona desportiva e de manutenção. Já o Parque Linear Ribeirinho do Estuário do Tejo, situado a Norte do anterior, estende-se por 40 hectares das freguesias da Póvoa, do Forte da Casa e de Alverca. Integra a chamada “praia dos pescadores”, proporcionando condições para actividades de lazer, parque de merendas, zona desportiva (vólei de praia), centro de interpretação do ambiente e da paisagem, estrados de solário e cafetaria.
Saiba mais nas edições de 17 e de 31 de Julho do Voz Ribatejana
terça-feira, 16 de julho de 2013
quinta-feira, 11 de julho de 2013
Ex-trabalhadores da Argibay e da Mevil reclamam 2 milhões em Lisboa
Antigos trabalhadores da Argibay e da Mevil concentram-se, na manhã de sexta-feira, frente ao Ministério da Justiça, em Lisboa, protestando contra a forma como os respectivos processos de distribuição de verbas das massas falidas se arrastam no Tribunal de Vila Franca de Xira. De acordo com as estruturas sindicais que organizam a manifestação, os antigos funcionários da Argibay (159) e da Mevil (82) têm ainda para receber um total de 2, 146 milhões de euros, mas apesar das sucessivas decisões judiciais que lhes são favoráveis e da existência de verbas suficientes à ordem destes processos, o certo é que continuam sem receber os valores que lhes são devidos. A Argibay foi declarada falida em Janeiro de 1994 e a Mevil em Maio do ano seguinte, mas os respectivos processos continuam em tribunal.
No caso da Argibay foram afectados 159 funcionários, mas 24 deles nunca receberam qualquer tipo de indemnização e os restantes só viram 75 por cento da compensação a que têm direito. Segundo João Silveira, dirigente do Sindicato das Indústrias Transformadoras, Energia e Actividades do Ambiente, há dinheiro suficiente proveniente da venda da massa falida o Supremo Tribunal de Justiça deu razão, já em 2010, ao recurso do sindicato, considerando que aqueles 24 trabalhadores também têm direito a indemnização. Só que, passados mais 3 anos, essas verbas ainda não foram pagas, assim como os 25 por cento em falta aos restantes 134 antigos funcionários. Situação semelhante é a da Mevil, antiga metalúrgica de Vila Franca de Xira, cujos trabalhadores tiveram, no início deste ano, uma decisão judicial que confirma os seus direitos, mas que não receberam, ainda, as verbas em falta.
Agora, sindicatos e trabalhadores querem pedir uma audiência à ministra Paula Teixeira da Cruz para exigirem a resolução destes casos.
Saiba mais na edição de 17 de Julho do Voz Ribatejana
terça-feira, 9 de julho de 2013
10 feridos nas largadas do Colete Encarnado
Dez pessoas foram colhidas nas três largadas de toiros do Colete Encarnado e necessitaram de assistência hospitalar. De acordo com um balanço dos Bombeiros Voluntários de Vila Franca de Xira, há registo de três casos na largada de sexta-feira à tarde, de seis na de sábado e de mais um na largada de domingo.
A colhida mais grave ocorreu na zona do chamado Largo do Conde Barão (ligação das ruas 1º. de Dezembro e Serpa Pinto), onde um vila-franquense de 36 anos ficou bastante maltratado, sofrendo três perfurações. Foi rapidamente transportado ao Hospital, onde foi submetido a uma intervenção cirúrgica e está com a sua situação estabilizada, não correndo perigo de vida.
Também a colhida sofrida pelo humorista nortenho Fernando Rocha, na tarde de sábado, junto à Praça Palha Blanco, foi bastante comentada. Aconteceu quando trabalhava para um programa da SIC e, depois de ter sido assistido em Vila Franca, Fernando Rocha foi transferido para o Hospital de São João do Porto. Para além de alguns hematomas nas costas, fracturou duas costelas.
De resto, os Bombeiros de Vila Franca receberam 35 chamadas nos três dias do Colete Encarnado e registaram, também, dois casos de ferimentos por agressões (sexta-feira) e mais algumas situações de quedas, de intoxicação por ingestão excessiva de álcool e de doença súbita.
Saiba mais na edição de 17 de Julho do Voz Ribatejana
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