terça-feira, 29 de janeiro de 2013
Mithós . Com nova direcção
A associação Mithós-Historias Exemplares elegeu no passado sábado os novos corpos gerentes para o triénio de 2013/2016. Os eleitos já tomaram posse. A associação é agora presidida por Manuela Ralha.
Corpos Gerentes
Mesa
da Assembleia Geral
Presidente - António
Ferreira
Vice–Presidente - Cristiana
Santos
Secretária - Fernanda
Fialho de Jesus
Direção
Presidente
- Manuela
Ralha
Vice-Presidente
- João
Salgueiro
Tesoureiro
- Carlos
Valente
Secretária
- Catarina
Fernandes
Vogal
- Susana
Ferreira
Vogal
- José
Augusto Mendes da Silva
Vogal
- Isabel
Branco
Conselho
FiscalPresidente - César Salgueiro
Vice – Presidente - Marco Roquete Ramos
Secretário - Augusto Ferreira
Numa Assembleia Geral muito concorrida, tanto em termos de presenças, como de debate de ideias, no final foram realçados os principios solidários que norteiam esta Associação, tanto pelo presidente da Mesa eleito, Engº António Ferreira, como pela presidente da Direção, Dra Manuela Ralha
domingo, 27 de janeiro de 2013
Nova direcção dos Bombeiros da Castanheira já tomou posse
A Nova direcção dos Bombeiros da Castanheira do Ribatejo tomou posse este sábado. Sérgio Garcia vai liderar agora uma direcção, depois da saída de Carlos Correia e da sua equipa, que esteve à frente da associação nos últimos dez anos.
Chegado ao fim de um ciclo, Carlos Correia passou assim o testemunho devido ao cansaço acumulado nos últimos anos.
A nova direcção agora empossada, ficará até 2015
Chegado ao fim de um ciclo, Carlos Correia passou assim o testemunho devido ao cansaço acumulado nos últimos anos.
A nova direcção agora empossada, ficará até 2015
sábado, 26 de janeiro de 2013
Famílias despejadas ainda sem soluções de realojamento
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| Moradores contestam a solução que a Câmara apresentou |
À terceira tentativa, a Câmara de Vila Franca de Xira
concretizou, hoje, uma acção administrativa de despejo de três famílias que
ainda residiam no Bloco B Lote 1 da Urbanização de Santo Amaro, na encosta do
Monte Gordo. As 14 pessoas que ainda viviam no prédio não resistiram à
iniciativa desenvolvida, a partir das 9h00, por cerca de uma dezena de
funcionários camarários e por uma dúzia de agentes policiais. Mas afirmaram,
pouco depois, que recusavam as casas que a autarquia indicava para o seu
realojamento provisório, considerando que ficavam demasiado longe de Vila
Franca e não tinham as condições necessárias. Chegaram mesmo a equacionar a
possibilidade de se concentrarem à porta da Câmara, mas foram, entretanto,
informadas de uma nova reunião com Maria da Luz Rosinha. Durante a tarde ainda
lhes foram sugeridas habitações sociais de Povos, que estavam, afinal, já
ocupadas e mantém contactos com os responsáveis camarários para tentarem
encontrar uma solução de realojamento. Ao final da tarde Maria da Luz Rosinha
adiantou que as famílias não aceitavam as casas que a Câmara estava em condições
de ceder e que a autarquia iria ainda tentar um entendimento com os advogados
dos moradores.
De manhã, depois de tentarem, sem êxito, comunicar com os
moradores, os funcionários da autarquia acabaram por ter que recorrer a
pés-de-cabra para arrombarem a porta principal do prédio. A operação revelou-se
mais difícil do que se esperava, porque a porta estava reforçada com três
placas metálicas aparafusadas no interior.
Já dentro do edifício, funcionários e agentes policiais
abordaram os moradores dos 2º., 3º. e 6º. pisos que ainda permaneciam no local.
Maria Antonieta Barros vivia desde 1994 no 6º. andar esquerdo. Ultimamente com
a filha e netos, o agregado integra sete pessoas e Maria Antonieta disse, ao Voz
Ribatejana, que as alternativas (Alverca, Castanheira e Póvoa) inicialmente
propostas pela Câmara não correspondiam minimamente às necessidades da sua
família. “Vamos pedir que nos respeitem e que concertem os estragos, porque a
câmara é que criou este conflito todo. Foi a Câmara que passou as licenças de
habitação e o talude que está a ceder é responsabilidade da Câmara. Só exigimos
que corrijam o que não fizeram bem”, prossegue Maria Antonieta, frisando que
desde Outubro que os moradores pedem à Câmara que lhes entregue um documento
onde assuma quando é que saem, o que é que vai ser feito nos prédios e quando é
que regressam.
Recorde-se que esta acção camarária é justificada pela
instabilidade do prédio vizinho (lote 2, desocupado há nos), que, segundo o
LNEC, pode ruir, devido à fragilidade das suas fundações.
Saiba mais na edição de 30 de Janeiro do Voz Ribatejana
sexta-feira, 25 de janeiro de 2013
( COM VIDEO) Monte Gordo: Câmara retira famílias de prédio em risco
( EM ACTUALIZAÇÃO)
A Câmara Municipal de Vila Franca de Xira retirou esta manhã três famílias do prédio em risco na encosta do Monte Gordo. Ao todo foram 14 as pessoas a quem a policia bateu à porta. Os moradores saíram sem levantar quaisquer contestações e ainda hoje vão reunir com a presidente da câmara Maria da Luz Rosinha.
Segundo apurou o Voz Ribatejana, a autarquia está disposta a disponibilizar habitações, contudo estas não são na cidade Vila Franca.
A alternativa encontrada pela autarquia passa por casas em castanheira, Alverca e Póvoa, localizações que são contestadas pelos moradores, que não podem voltar ao prédio onde habitavam porque está selado pelas autoridades
A Câmara Municipal de Vila Franca de Xira retirou esta manhã três famílias do prédio em risco na encosta do Monte Gordo. Ao todo foram 14 as pessoas a quem a policia bateu à porta. Os moradores saíram sem levantar quaisquer contestações e ainda hoje vão reunir com a presidente da câmara Maria da Luz Rosinha.
Segundo apurou o Voz Ribatejana, a autarquia está disposta a disponibilizar habitações, contudo estas não são na cidade Vila Franca.
A alternativa encontrada pela autarquia passa por casas em castanheira, Alverca e Póvoa, localizações que são contestadas pelos moradores, que não podem voltar ao prédio onde habitavam porque está selado pelas autoridades
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
Vila Franca: Apreensão de armas em casa de militar já falecido
A PSP de Vila Franca de Xira apreendeu hoje 26 armas de fogo e material de guerra. O armamento pertencente a um militar já falecido, estava à guarda da viúva.
Segundo o comunicado da PSP, entre o material encontrado, foram apreendidas 26 armas, incluindo duas pistolas de alarme com o respetivo carregador, duas carabinas, duas armas de caça de calibre 12 milímetros, uma pistola de calibre 7.65 milímetros, um revólver de calibre .32, 16 punhais, duas espadas ou sabres e as respetivas bainhas em metal.
Foram igualmente apreendidos nove carregadores de pistola, 1.604 munições de diversos calibres e 131 cartuchos de calibre 12 milímetros, um saco de esferas de chumbo e uma mira telescópica metálica preta.
A viúva do militar aposentado foi constituída arguida e sujeita a termo de identidade e residência.
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