terça-feira, 20 de novembro de 2012

Alberto Mesquita é o candidato do PS à Câmara de Vila Franca


Alberto Mesquita vai encabeçar a lista de candidatos do PS à Câmara de Vila Franca nas autárquicas de Outubro de 2013. Depois de 8 anos como vice-presidente de Maria da Luz Rosinha, o autarca foi, agora, escolhido por larga maioria na Comissão Política Concelhia. Já se sabe que terá como número 2 na lista o também vereador Fernando Paulo Ferreira e que Maria da Luz Rosinha será a mandatária da candidatura.
Com 63 anos e quase 20 de desempenho como vereador na autarquia, Alberto Mesquita já foi presidente da Comissão Política Concelhia (CPC) do partido e dirige, nesta altura, os pelouros do urbanismo e das obras municipais. "O PS vai continuar a desenvolver o seu programa, que tem sido sufragado de há uns mandatos a esta parte, porque, de facto, a população considera que o programa do PS é aquele que lhe convém para uma melhor qualidade de vida e para o desenvolvimento económico e social do concelho. As questões que se vão colocar são as normais em fim de mandato e, portanto, para quem já anda cá há alguns anos, não são grande surpresa”, disse Alberto Mesquita ao Voz Ribatejana, referindo que ainda não está marcado o anúncio formal da candidatura.
Antes de assumir funções na Câmara em 1993, Alberto Mesquita trabalhou na Mague e desenvolveu também alguma actividade sindical. Como curiosidade, refira-se que jogou na equipa principal de râguebi do Benfica. 

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Câmara vai avançar com despejo de 9 famílias na encosta do Monte Gordo




A Câmara de Vila Franca de Xira decidiu, ontem à noite, executar o despejo das 9 famílias que residem no Lote 1 da Urbanização da Quinta de Santo Amaro (encosta do Monte Gordo) o "mais rapidamente possível", invocando razões de segurança. Embora decorra ainda a apreciação de uma providência cautelar que solicita a suspensão da medida, a Câmara decidiu, por unanimidade, avançar para o despejo, porque considera que qualquer outra decisão “seria gravemente prejudicial para o interesse público por estar em causa a segurança de pessoas e bens”, uma vez que o Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) entende que existem sérios riscos de desmoronamento do vizinho Lote 2 e recomendou, já em Julho, a retirada destas famílias.
A presidente da Câmara, Maria da Luz Rosinha, diz que a edilidade está disponível para alojar temporariamente em fogos de habitação social as famílias que comprovem que não têm condições financeiras para encontrar alternativas de residência, mas acrescenta que ainda nenhuma delas solicitou esta possibilidade. No final de Outubro, a Câmara vila-franquense dera um prazo até às 12h00 de ontem para que as 9 famílias saíssem do prédio, mas a administração do condomínio e algumas das famílias interpuseram uma providência cautelar no Tribunal Administrativo e Fiscal de Lisboa, pedindo a suspensão do despejo. A Câmara reuniu, então, em sessão extraordinária, na tarde de segunda-feira, para analisar as medidas a tomar. As decisões só foram tomadas já perto das 21h00 e a autarquia diz que “face à gravidade da situação”, confirmada por uma nova auditoria do LNEC, decidiu manter e executar a deliberação de “despejo” das 9 famílias.

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quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Alenquer: Jorge Riso não se candidata

Jorge Riso - foto: Voz Ribatejana
Em entrevista ao Voz Ribatejana o presidente da câmara de Alenquer confirmou que não será candidato em 2013. O ainda presidente esclarece que não está arrependido, mas por outro lado admite um destagaste significativo da sua vida pessoal.
Nesta entrevista garante o apoio ao próximo candidato socialista, que será ou João Hermínio  actual vice-presidente, ou Pedro Folgado, o seu chefe de gabinete. Por enquanto não quer tomar posição, pelo menos até passar pelo crivo dos militantes.

Quatro jovens apanhados em Alverca a roubar carro





Quatro jovens, com idades entre os 18 e os 25 anos, foram, esta madrugada, detidos pela PSP, em Alverca, quando se aprestavam para furtar uma viatura. A detenção em flagrante delito ocorreu cerca das 00h50 na urbanização da Malva Rosa e o grupo será, segundo a Divisão Policial de Vila Franca de Xira, responsável pelo furto de mais dois veículos, que também já foram recuperados. Os quatro jovens foram hoje presentes ao Tribunal de Vila Franca de Xira para primeiro interrogatório. Dois têm 18 anos, um 19 e o mais velho 25 anos.
"As viaturas recuperadas foram abandonadas pelos suspeitos nas imediações dos locais onde furtavam outras viaturas, por ficarem sem combustível. A primeira foi recuperada reletivamente próximo do local da detenção e a outra na freguesia da Apelação (Loures)", explica a PSP.

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segunda-feira, 12 de novembro de 2012

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Braço-de-ferro por causa do IMI deixa reunião de Câmara de Vila Franca sem quórum


A fixação da taxa de IMI (Imposto sobre Imóveis) a aplicar em 2013 a casas ainda não reavaliadas está a gerar um autêntico braço-de-ferro na Câmara de Vila Franca de Xira, que levou os vereadores da oposição a abandonarem, segunda-feira à tarde, a sala onde decorria mais uma sessão da autarquia. Sem quórum para prosseguir os trabalhos, a presidente da Câmara, a socialista Maria da Luz Rosinha, foi obrigada a dar por encerrados os trabalhos.
No entender do PS a taxa de 0, 65 por cento votada na reunião de 31 de Outubro deve prevalecer e passar pela apreciação final da Assembleia Municipal já marcada para quinta-feira em Subserra. CDU e Coligação Novo Rumo (PSD/PPM/MPT) contestam o método de “votação alternativa” aplicado na reunião anterior e querem reagendar o assunto, para nova votação. O PS recusou, considerando que o pedido de agendamento para a reunião de hoje feito pela CDU estaria mal elaborado. E, em protesto, os vereadores da oposição saíram em bloco da sala.
Os vereadores sociais-democratas garantem que vão pedir à Direcção-Geral das Autarquias Locais e ao secretário de Estado da tutela que impugnem a votação que o PS considera legal. E a CDU admite levar o caso a todas as instâncias, incluindo os tribunais. Se a Assembleia Municipal (onde o PS tem maioria absoluta) decidir aprovar a proposta dos 0, 65% tudo indica que a oposição vai avançar com queixas para as diferentes entidades competentes. Se a Assembleia Municipal não chegar a deliberar, poderá aplicar-se a norma legal que, em caso de inexistência de propostas aprovadas, prevê a aplicação das taxas mínimas (neste caso os 0, 5 por cento defendidos pela CDU).

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